sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Morfologia dos Fundos Oceânicos


1) Dorsais médio-oceânicas: Cordilheiras que dividem os oceanos a meio. Têm cerca de 2Km de altura e de extensão. 
2) Talude Continental: Zona muito abrupta. Limite da costa continental. Vai dos 150m aos 4Km de profundidade. 
3) Planície Abissal: Vasta planície que constitui cerca de 75% (ou dois terços) de toda a crosta oceânica. 
4) Plataforma Continental: Zona pouco inclinada com cerca de 2Km de extensão e 200m de profundidade. Faz parte da crosta continental e é onde vivem maior parte das espécies e seres vivos.
5) Rifte: Vulcanismo submarino activo, por onde a crosta oceânica é criada. Zona de construção. 
6) Fossa: Zona de separação ou destruição da crosta oceânica.

O mecanismo que leva à separação de continentes chama-se Correntes de Convexão.
Zona de construção: Rifte. 
Zona de destruição: Fossa oceânica.

Alfred Wegner: Teoria da Deriva Continental

Há 250 milhões de anos atrás, no período Permiano, a Pangea foi dividida em Laurasia e Gondwana.

Há 200 milhões de anos, no período Triássico, existiam os dois continentes Laurasia e Gondwana.

No período Jurássico, há 135 milhões de anos, o continente Sul-Americano e o Norte-Americano não estavam ainda ligados mas estavam a separar-se da actual Europa.

Depois seguiu-se o período Cretáceo, há 65 milhões de anos, em que os continentes já estavam posicionados como actualmente. 

Ao longo dos anos, os continentes vão se afastando cada vez mais e ainda se estão a afastar.

Alfred Wegner: Teoria da Deriva Continental

A Teoria de Alfred Wegner diz que há muitos milhões de anos atrás, os continentes já estiveram todos unidos formando um super continente chamado Pangea que era rodeado por um super oceano chamado Pantalassa.

Dados que apoiaram a teoria:
As principais linhas de evidência que apoiaram a ideia que os continentes estiveram uma vez unidos, e posteriormente moveram-se separadamente, estão baseados no estudo de fósseis, no estudo de rochas, na justaposição dos contornos geométricos dos continentes e no estudo dos climas.

  • Argumentos Morfológicos: Os contornos do continente Africano e Sul-Americano encaixam na perfeição.
  • Argumentos Geológicos: As rochas no local de encaixe destes dois continentes têm a mesma idade e são a mesma rocha.
  • Argumentos Paleontológicos: Fósseis iguais de plantas (feto Glossopteris) e de animais (Cynognathus, Lystosaurus, Mesosaurus) encontraram-se em todos os continentes.
  • Argumentos Paleoclimáticos: Depósitos glaciares podem ser encontrados em regiões com climas tropicais e subtropicais.

Falhas e Dobras

Dobras - As dobras são deformações nas rochas, originadas por forças compressivas lentas. As dobras só se formam em materiais quentes e não se formam à superfície.
As falhas podem ser anticlinais, sinclinais, anticlinais deitadas ou sinclinais deitadas. 
1- Charneira     2-Flanco Esquerdo    3-Flanco Direito


1- Charneira   2-Flanco Direito   3-Flanco Esquerdo

Charneira: Linha que separa os dois flancos.
Flancos: Planos inclinados da dobra

Falhas e Dobras

Falha - Uma falha é uma fractura na rocha, com movimento. É originada por forças compressivas e distensivas rápidas. Formam-se em temperaturas quentes e frias.
As falhas podem ser normais, inversas ou de desligamento vertical ou de desligamento horizontal.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

O que fazer antes, durante e depois de um sismo?

Antes: 

--> Saber desligar o gás, água e electricidade.
--> Conhecer os planos de emergência.
--> Ter em casa um kit de emergência com enlatados, pilhas e um rádio.

Durante:

--> Não entrar em pânico!
--> Refugiar-se debaixo de uma cama ou de uma mesa.
--> Não utilizar elevadores.

Depois:

--> Não acender chamas, para o caso de haver fuga de gás.
--> Abrir janelas e portas para arejar o ar.
--> Não entrar em edifícios danificados.

Graus dos sismos: Destruição

I - Vibrações só registadas por instrumentos.

II- Pessoas em repouso em andares altos sentem o tremor.

III- Sentido por algumas pessoas no interior das habitações; objectos pendurados balançam.
IV- Perceptível por quase todas as pessoas no interior das habitações; vidros e louças tilintam.
V- Perceptível no exterior; pessoas acordam; caem pequenos objectos.

VI- As pessoas saem para a rua; os móveis deslocam-se; caem grandes objectos.

VII- Transeuntes têm dificuldade em se deslocar; há fendas nos edifícios; tijolos e mosaicos caem; sinos grandes tocam.

VIII- Condução automóvel é afectada; há colapsos parciais de alguns edifícios e fendas no solo.

IX- Danos consideráveis em todo o edificado; areia e lama brotam do solo.

X- Destruição da maioria dos edifícios; grandes desabamentos de terra.

XI- Carris ferroviários dobram; estradas abrem fendas; canalizações subterrâneas ficam muito danificadas.

XII- Destruição total;